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Angiomiolipoma

Angiomiolipoma

Angiomiolipoma é um tumor BENIGNO do rim, bastante raro. Acomete até 0,3% da população geral e compõe até 10% da totalidade de tumores renais, predominantemente em mulheres. Composto de células de gordura, células musculares e vasos sanguíneos, pode se manifestar de várias maneiras: desde milimétricos nódulos até grandes massas. Em aproximadamente 25% das vezes ele está associado com mutações do gene que provoca a doença Esclerose Tuberosa.

 

De maneira geral, os angiomiolipomas são tumores que não necessitam intervenção terapêutica. Boa parte deles não evoluiu significantemente durante a vida, sendo necessária apenas uma vigilância com exames de imagem. A tomografia e a ressonância magnética são opções de exames para o diagnóstico mais preciso, enquanto a ecografia pode ser empregada para o controle, quando necessário.

 

Apesar de ser um tumor benigno, o angiomiolipoma pode apresentar um comportamento de crescimento contínuo. Quando este tumor apresenta-se maior de 4 centímetros no maior diâmetro, existe maior risco de haver sangramento espontâneo, quando os vasos sanguíneos tumorais, por má-formação, rompem-se e sangram para dentro ou mesmo para fora dos limites tumorais. Estes sangramentos podem ser pouco significantes, porém quando são de grande volume, podem repercutir negativamente para o paciente, com dor importante, queda da pressão e choque, com necessidade de assistência médica imediata. Esta grave apresentação clínica da doença chama-se Síndrome de Wunderlich.

Tratamento

O leque de tratamentos para o angiomiolipoma é vasto e inclui opções como a embolização tumoral, a nefrectomia parcial e a nefrectomia total, por via robótica ou aberta. Porém, é muito importante entender que a escolha da melhor alternativa é completamente atrelada ao momento clínico do paciente, tamanho tumoral e até mesmo das outras comorbidades presentes. Portanto, a escolha de tratamento, quando indicada, deve ser individualizado caso a caso.